Sobre o MGPE

O Movimento Gestão Pública Eficiente – MGPE é uma reunião, sem qualquer finalidade lucrativa, de servidores públicos, cidadãos, participantes da classe política, de entidades representativas de classe, da academia e de movimentos sociais que acreditam que a gestão pública brasileira, nas diversas esferas de administração, precisa se reestruturar para atingir a oferta do serviço adequado à sua importância – o serviço público de qualidade esperado pela população. Para tanto, utilizam parte de seu tempo livre para promover, nas modalidades presencial ou eletrônica, debates, compartilhamento de informações, artigos, críticas e análises sobre experiências exitosas em temas afetos a gestão pública. O Movimento tem como bases a melhoria contínua das instituições e das pessoas que nelas prestam serviços, se estruturando, a partir dessas bases, em seis pilares para a melhoria da Gestão Pública.

O MGPE defende duas bases para a melhoria contínua da gestão das instituições públicas: a melhoria contínua das instituições e o aprimoramento contínuo das pessoas que nelas trabalham.

Conheça os pilares que o MGPE defende para a melhoria contínua da gestão das instituições públicas.

Conheça os pilares que o MGPE defende para o aprimoramento continuado das pessoas que trabalham nas instituições públicas.

Leia a íntegra do manifesto de criação do MGPE, sabendo como é composto, quais são as bases, pilares e objetivos do Movimento.

O Movimento Gestão Pública Eficiente – MGPE possui a seguinte estrutura de coordenação:

Alex Cavalcante Alves

Alex Cavalcante Alves

Coordenador Nacional

Membro da Comissão de Direito Administrativo da Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Distrito Federal. Especialista em Direito Público. Bacharel em Direito e Comunicação Social pelo Centro Universitário de Brasília. Possui aperfeiçoamento em "Management in the Public Sector" na École Nationale d'Administration (ENA), na França. É servidor público federal, integrando a carreira de Analista de Agência Reguladora Federal. Exerceu os cargos de Analista Judiciário do Superior Tribunal de Justiça e Oficial de Chancelaria do Itamaraty. Integrou a delegação governamental brasileira em duas reuniões do G-20 sobre regulação de serviços públicos e na Conferência sobre Mudanças Climáticas realizada em Copenhague, na Dinamarca (COP-15). É autor do livro "A Recondução do Servidor Público: Doutrina e Jurisprudência à luz da Lei 8.112/1990 e da Constituição Federal".

Sarah Campos

Sarah Campos

Coordenadora de Assuntos Jurídicos e Relações do Trabalho no Serviço Público

Advogada. Graduada em Direito pela UFMG. Mestre em Direito Administrativo pela UFMG. Doutoranda em Ciências Jurídico-Políticas pela Universidade de Lisboa. Pós-Graduada em Justiça Administrativa e Fiscal no Centro de Estudos de Direito Público e Regulação da Universidade de Coimbra, Portugal. Coordenadora de Relações Institucionais e Sindicais do Programa de Apoio às Relações do Trabalho e Administração da Justiça - Prunart/UFMG. Integrante da Comissão de Direito Sindical da OAB-MG. Diretora Geral da Revista Fórum de Direito Sindical, da Editora Fórum (Belo Horizonte).

Emerson Moura

Emerson Moura

Coordenador de Assuntos Acadêmicos e Direito da Administração Pública

Professor Adjunto da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Professor Convidado da Pós-Graduação em Direito Administrativo da Escola de Magistratura do Rio de Janeiro (EMERJ) e da Pontifícia Universidade Católica (PUC). Ex-Professor Assistente da Graduação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Doutor em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Mestre em Direito Constitucional e Especialista em Direito da Administração Pública pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e Graduado em Ciências Jurídicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Pesquisador certificado pelo CNPQ pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Membro da American Society of Public Administration (ASPA), da Comissão Permanente de Direito Administrativo e Constitucional do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB) e da Associação Brasileira de Ensino do Direito (ABEDI).